Talvez amar demais não seja mesmo essa intrínseca necessidade de ter que compor música, escrever sonetos, ser desesperadamente expressar.
Amor é o cotidiano, uma surpresa que vem dentro da sacola do mercado, o dormir e o acordar todos os dias, o compreender nos dias mais difíceis, os livros largados pela casa, o disputar da internet...
Frustração?
Não!
A grande questão é o que cada fase pede e permite.
Será que você sabe perceber isso?
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